Em ligeiro galope o Cavaleiro Virtual vai por caminhos desconhecidos, porém, neste ponto retém as rédeas e, recolhendo a montaria vem, com o coração em sobressaltos, ao contemplar-te a beleza ímpar, beijar-te a bela face, belíssima dama!
E a verdade escapa-me, pela boca ansiosa de falar-te, por não conseguir conter a verdade que de ti emana! Portanto, digo-te uma verdade que eu sei que tu bem sabes: Qualquer sensível ao contemplar-te, há de ser tomado de um misto súbito de prazer, temor e felicidade ao ser invadido por tua beleza agressiva e hipnótica!
Sim, deveras, pode ser que lhe pareça súbita e até mesmo inoportuna a
minha ansiosa franqueza, porém hás de convir que, os românticos são como gotas de chuva numa nuvem densa, jamais estiveram juntas, porém ao se encontrarem, fundem-se completamente, pois se conhecem desde sempre e nesta sagrada fusão, aliciam - se e se completam; e batizam a terra, com o sagrado amor da fertilidade! Mas, se ao contemplar o meu elmo de guerra, a minha máscara de ferro, a incógnita de meu personagem, deixar em tua delicada percepção, algum resquício de temor e justa desconfiança, eu te explico a minha origem:
O Cavaleiro Virtual é o exoesqueleto simbiôntico que, me permite um caminhar comum, em meio ao que se convencionou chamar: NORMALIDADE!
Se te for mister e desejável porém, contemplar o semblante comum, deste caminhante fazedor de versos; Dirige-te à Távola da Confraria Virtual. E lá, despirei diante de ti, a minha máscara e então, nos veremos face a face e, poderás avaliar por ti mesma, a natureza deste anacoreta vacilante, em meio ao caos cotidiano.
E quero que saibas, e não esqueças que, marcantes e doloridos ciclos iniciaram-se e findaram-se, nesta minha solidão acompanhada, sem que palavras de tal doçura e beleza acariciassem, a permanente tristeza deste meu tolo coração romântico...!
Tuas palavras - maravilhosa criatura - são como, morno bálsamo, no iceberg ermo do meu auto-exílio onde, me escondo e me protejo da vulgaridade ácida dos estúpidos a da soberba presunçosa e cruel dos insensíveis. E por não saber o que é mais adequado a se dizer diante da perfeição, te contemplo em silêncio como, quem ora, ou, escuta uma sinfonia...!
E por seres para mim tão rara, eu te envio o que houver de melhor em mim,
E quero que saibas, e não esqueças que, marcantes e doloridos ciclos iniciaram-se e findaram-se, nesta minha solidão acompanhada, sem que palavras de tal doçura e beleza acariciassem, a permanente tristeza deste meu tolo coração romântico...!
Tuas palavras - maravilhosa criatura - são como, morno bálsamo, no iceberg ermo do meu auto-exílio onde, me escondo e me protejo da vulgaridade ácida dos estúpidos a da soberba presunçosa e cruel dos insensíveis. E por não saber o que é mais adequado a se dizer diante da perfeição, te contemplo em silêncio como, quem ora, ou, escuta uma sinfonia...!
E por seres para mim tão rara, eu te envio o que houver de melhor em mim, Um sincero abraço, um carinho terno!
Deste teu Confrade:
Max Costa, o Cavaleiro Virtual.
(crédito imagens: valterpoeta.blogspot.com
auladeliteraturaportuguesa.blogspot.com)















Um comentário:
Querido amigo virtual, que sorte a minha ler um texto tão bonito quanto sempre sua gentileza ao falar comigo!
Adorei ler isso, vc é muito sensível, pessoa adorável! Beijos...
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